segunda-feira, 24 de julho de 2017

Mata dos Medos

A Casa João do Rio vai à Caparica.

Um dia em memória da Maria Celeste Lopes, mentora do projeto Desenhar na Casa João do Rio, falecida a 26 de abril de 2017, entre amigos, natureza, alegria, música...

(Celeste, gosto muito de ti e não te vou esquecer.
Até qualquer dia!)








domingo, 2 de julho de 2017

Na Casa da Cerca

Na Casa da Cerca, sentimos-nos bem perante a beleza da paisagem, a envolvente natural e o cantar dos melros... 
E claro, também a presença de outros desenhadores torna especial este dia para desenhar a Natureza.


quarta-feira, 28 de junho de 2017

domingo, 18 de junho de 2017

Festa da Casa da Cerca

Num ambiente festivo, mais uma oficina dirigida pela Sara Simões, ilustradora científica.
Depois de um dia bem passado, chegaram as trágicas notícias do país.



A Sara desenhou-nos e eu também aproveitei para a "apanhar" junto ao canteiro florido, que era a vista que se tinha a partir da sombra da amoreira, onde decorreu a oficina.


domingo, 4 de junho de 2017

Na Casa da Cerca

Mais uma ótima oficina com a Sara Simões, ilustradora científica, 
num lugar muito especial:
 a Casa da Cerca, em Almada.


sexta-feira, 19 de maio de 2017

A Alice faz 24 anos!

A minha querida, doce e linda filha Alice nasceu há 24 anos.
Que dia espantoso, inesquecível!
Parabéns, meu amor!
(ontem, fomos ao dentista)



sexta-feira, 12 de maio de 2017

Na casa da Alice

Uma das coisas que fizemos foi este desenho a duas mãos!
Adoro estar com a minha filha!


sábado, 6 de maio de 2017

Na Casa da Cerca, Almada

As árvores de copas frondosas estavam a merecer um olhar atento. 
Mas Lisboa também é irresistível e fica sempre no meu caderno...



quarta-feira, 3 de maio de 2017

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Maria Celeste

Partiu hoje uma pessoa por quem nutro amizade, enorme respeito e admiração.
Gostava de ser como ela, a querida Maria Celeste, quando for grande.
Desenhei com ela no meu pensamento.


terça-feira, 25 de abril de 2017

25 de abril, sempre!

A festa foi grande ontem à noite.
Por isso, ao meio dia, o silêncio era sepulcral no Bairro Novo.
Desci as escadas e sentei-me noutras, virada para o rio.